Se você escolheu a área trabalhista para enfrentar a 2ª fase do 35º Exame de Ordem, precisa de um curso que una estratégia, prática intensa e domínio absoluto da legislação aplicada. O curso OAB 2ª Fase – Direito do Trabalho 35º Exame – CEISC foi estruturado para conduzir você desde a leitura inteligente do problema até a redação final da peça prático-profissional e das quatro questões discursivas, com foco em técnica, segurança e gestão de tempo de prova.
O núcleo do curso gira em torno de três pilares complementares. Primeiro, a técnica de identificação de peça, que evita o erro mais custoso da 2ª fase. Por meio de exercícios guiados e simulados progressivos, você treina a leitura ativa do enunciado, aprende a reconhecer os gatilhos jurídicos que revelam qual peça é cabível (reclamação trabalhista, contestação, recurso ordinário, agravo de petição, embargos de declaração, mandado de segurança em hipóteses excepcionais da Justiça do Trabalho, entre outras) e consolida um roteiro mental para não titubear na hora da prova. Segundo, a estrutura formal das peças, com checklists práticos de endereçamento, qualificação, fatos, fundamentos de fato e de direito, pedidos, valor da causa, provas e fecho, além de requisitos recursais (tempestividade, preparo, regularidade formal) quando aplicável. Terceiro, a fundamentação enxuta e precisa, a partir da CLT, Constituição Federal, CPC aplicado subsidiariamente, súmulas e orientações jurisprudenciais do TST, instruções normativas e legislação esparsa, sempre com foco no que a banca costuma cobrar.
A proposta do CEISC é desenvolver uma rotina de estudos objetiva e sustentável. O curso organiza o conteúdo em trilhas estratégicas por blocos temáticos (contrato de trabalho, remuneração, jornada, estabilidade, FGTS, despedida e verbas rescisórias, responsabilidade do tomador, competência e procedimentos, recursos no processo do trabalho etc.). Em cada bloco, você pratica a leitura dos dispositivos essenciais, revisita as súmulas mais incidentes (como as Súmulas 244, 331, 378, 219, entre outras) e resolve questões discursivas com correção comentada, entendendo por que cada item vale pontos e como extrair pontuação mesmo quando não domina o tema por completo.
Para a peça, o curso disponibiliza modelos de referência que não são “receitas prontas”, mas guias de segurança. O aluno aprende a adaptar os modelos ao problema, evitando os vícios comuns da prova, como transcrever doutrina desnecessária, confundir causa de pedir com pedido e esquecer requisitos obrigatórios. A revisão de véspera foca em “assuntos quentes” à luz do edital do 35º Exame, sempre cuidando para que você não se perca em temas periféricos quando faltam poucos dias para a prova.
Outro diferencial é a orientação sobre o uso do Vade Mecum. Na 2ª fase, o manuseio ágil da legislação faz enorme diferença. O curso explica estratégias de marcação e navegação permitidas pelo edital vigente, ensina caminhos rápidos para localizar dispositivos da CLT e do CPC mais cobrados e traz quadros-resumo para consulta pré-prova, facilitando a revisão final de súmulas e OJs centrais, como a OJ 415 (horas in itinere – tema que caiu em relevância após a Reforma, mas que ainda pode aparecer em discussões de direito intertemporal), além de orientações sobre temas recorrentes como prescrição quinquenal e bienal, dano moral, banco de horas, equiparação salarial, estabilidade da gestante e do acidentado, e responsabilidade do tomador em terceirização.
A gestão do tempo também recebe atenção especial. O curso simula o cronômetro da prova para você internalizar o ritmo ideal: leitura e identificação da peça, rascunho do esqueleto, fundamentação, revisão e, por fim, as quatro questões discursivas com divisão de tempo inteligente (por exemplo, 60–70 minutos para a peça e 15–20 minutos para cada questão, com colchão de segurança para revisão). Ao final, você aprende a revisar com foco em erros formais que a banca penaliza severamente: endereçamento errado, ausência de pedidos, omissão de requisito recursal, ausência de valor da causa quando necessário, e inconsistências entre a narrativa fática e os pedidos.
Mesmo que você tenha alguma base em Direito do Trabalho, a prova da 2ª fase exige treino. A metodologia do CEISC privilegia resolução de peças e questões de provas anteriores, variações de enunciados, e simulados com comentários detalhados, para que você saiba exatamente onde perdeu pontos e como recuperá-los. Assim, você constrói repertório e aprende a manter a cabeça fria diante de enunciados extensos, com múltiplas informações e “pegadinhas” da banca.
Se você busca um plano claro e acionável para o 35º Exame, com aulas objetivas, material de apoio pragmático e prática consistente, este curso foi pensado para encurtar o caminho entre estudo e aprovação. E, se quiser explorar outras trilhas e temas complementares para potencializar sua preparação, vale conhecer a PixCursos, onde você encontra conteúdos que dialogam com a rotina de quem estuda para certames jurídicos.
O CEISC consolidou seu nome na preparação para a OAB combinando didática direta, planejamento e um olhar muito prático para as necessidades reais de quem vai enfrentar a 2ª fase. Ao longo dos últimos exames, o time de professores desenvolveu um repertório de técnicas de estudo e de escrita jurídica que atende tanto quem está começando quanto quem já reprovou e precisa de uma virada técnica, especialmente em áreas como Direito do Trabalho, em que o desempenho depende de treino de peça e domínio de súmulas e OJs.
O curso valoriza um ensino “mão na massa”: em vez de aulas teóricas longas, a proposta é trabalhar com esquemas, cases de prova, mapas mentais objetivos e resolução guiada de questões. A equipe leciona com exemplos concretos, monta checklists de estrutura de peça, revisa vícios comuns e reforça macetes de prova (sem atalhos milagrosos). O objetivo é tornar natural aquilo que costuma travar o candidato, como escolher a peça correta em casos limítrofes, organizar pedidos em ordem lógica e equilibrar fundamentação com brevidade.
Como instituição voltada para provas, o CEISC acompanha as mudanças e tendências do Exame de Ordem, ajustando o conteúdo sempre que necessário: reformas relevantes, viradas de jurisprudência e movimentos de cobrança da banca. A curadoria de temas evita dispersionismo; você não estuda “tudo de tudo”, mas aquilo que realmente é cobrado, com atualização constante.
Para conhecer mais sobre o trabalho da instituição, você pode acessar o site oficial: CEISC – perfil oficial. Ali, tradicionalmente são divulgadas novidades, eventos e conteúdos complementares à preparação de cada turma, incluindo as edições de 2ª fase.
Este curso de 2ª fase em Direito do Trabalho tem diferenciais práticos que, na prática, encurtam a distância entre teoria e prova:
Além disso, há uma preocupação constante com o “mínimo seguro”: ainda que você não memorize todo o repertório, o curso enfatiza estruturas básicas que garantem pontuação parcial mesmo quando o tema lhe parece mais difícil do que o esperado.
Apesar de completo e prático, o curso não é indicado para alguns perfis:
Se você se identifica com esses pontos, talvez seja melhor optar por outro formato de preparação, ou replanejar a rotina para tirar proveito da metodologia proposta.
Para ilustrar a abordagem do curso, veja como temas importantes são trabalhados com foco na prova.
Enunciado típico: empregada grávida é dispensada sem justa causa; ao final do contrato, recebeu verbas rescisórias, mas não foi reintegrada e teve negadas as parcelas do período estabilitário. O que fazer? O curso guia o aluno a identificar a peça cabível – em regra, reclamação trabalhista (petição inicial) – e a estruturar a narrativa: relação de emprego, confirmação da gravidez, dispensa imotivada, pedido de reintegração ou indenização substitutiva, salários e reflexos do período estabilitário, FGTS, honorários e justiça gratuita se cabível. A fundamentação recorre ao art. 10, II, b, do ADCT, Súmula 244 do TST e dispositivos da CLT. O aluno ensaia o endereçamento, qualificação, causa de pedir, pedidos individuais e liquidação quando exigida pelo rito.
Enunciado: empregado pleiteia horas extras, afirmando invalidade do banco de horas por ausência de acordo individual e por controles de jornada inconsistentes. Agora, a peça cabível é a contestação, com atenção às preliminares (competência, prescrição), impugnação especificada de fatos e documentos, mérito (validação do banco de horas por acordo coletivo, prova de compensação, jornada efetiva), e pedidos de improcedência. A trilha enfatiza a organização da contestação e o contraponto aos pedidos, sem esquecer a indicação de provas e a lógica do item a item que a banca valoriza na correção.
Enunciado: sentença improcedente em parte; o trabalhador deseja recorrer. Você aprende a redigir o recurso ordinário com os requisitos: tempestividade (contagem de prazo), preparo quando devido, regularidade formal, síntese do caso, razões recursais articuladas por tópicos (nulidades, mérito, pedidos), prequestionamento quando conveniente e pedidos compatíveis com a via recursal. O curso apresenta um roteiro que evita lacunas formais que custam pontos, cuidando do endereçamento correto ao TRT e da argumentação proporcional – sem repetir a petição inicial.
Embora cobrado com menor frequência, o curso explica quando é cabível o recurso de revista, a necessidade de demonstração de violação literal de lei ou divergência jurisprudencial e, após a reforma, os contornos da transcendência. O objetivo não é decorar toda a casuística, mas entender a lógica recursal, inclusive para não confundir com o recurso ordinário.
Uma das maiores fontes de perda de pontos está nos pedidos. O curso mostra uma estratégia para listá-los de forma completa e organizada: verbas salariais, reflexos, FGTS + 40%, multas dos arts. 467 e 477 da CLT quando cabíveis, estabilidade e seus efeitos, honorários de sucumbência, juros e correção. Além disso, reforça a importância de fixar o valor da causa quando necessário, evitando a nulidade formal.
Ninguém precisa citar dez súmulas em cada questão. Você aprende quais súmulas e OJs “pagam a conta” dos temas mais cobrados (terceirização – Súmula 331, estabilidade – Súmula 244, adicional de periculosidade – Súmula 364, equiparação – Súmula 6, entre outras), como localizar rapidamente no Vade Mecum e como inserir uma citação precisa, sem excesso de doutrina.
O curso treina uma rotina cronometrada. Exemplo: 10–15 minutos para identificar a peça e rascunhar o esqueleto; 40–45 minutos para desenvolver a peça; 15 minutos para revisão; 15–20 minutos para cada questão discursiva; 10 minutos finais de checagem geral. Esse “ritmo de prova” é repetido nos simulados para virar hábito.
Apesar do esforço para não errar a peça, o curso mostra como salvar pontos em caso de escolha equivocada: estrutura coerente, fundamentação correta do direito material e processual, pedidos minimamente relacionados ao problema e correção formal. A banca pontua itens específicos, e o aluno aprende a não “chutar o balde” caso perceba o erro durante a redação.
Entre 1h30 e 3h por dia costuma ser o ideal para a maioria dos alunos, com um simulado semanal quando possível. A consistência vale mais do que maratonas esporádicas. O curso oferece trilhas com metas realistas, permitindo ajustar o ritmo conforme sua disponibilidade.
Faça séries curtas de enunciados com foco apenas na peça cabível. Em 20–30 minutos, leia de 4 a 6 casos e anote a peça correta e dois fundamentos-chave. Essa prática rápida, repetida várias vezes por semana, reduz muito o risco de erro no dia da prova.
Priorize: súmulas e OJs mais cobradas, estrutura das peças mais prováveis (reclamação, contestação, recurso ordinário), artigos centrais da CLT e do CPC subsidiário, e temas materiais recorrentes (estabilidade, verbas rescisórias, horas extras, FGTS, terceirização). Evite iniciar temas inéditos; foque naquilo que mais converte em pontos.
Use um checklist: pedidos principais do mérito, verbas acessórias e reflexos, FGTS, multas, honorários, juros e correção, justiça gratuita quando cabível e valor da causa se necessário. Treine escrever a lista de memória antes de cada simulado e compare com o gabarito para lapidar.
Opte por um Vade Mecum atualizado, com boa indexação da CLT, acesso rápido ao CPC e compilações de súmulas e OJs do TST. O curso orienta como marcar e navegar dentro do permitido pelo edital, para você ganhar agilidade sem correr riscos na fiscalização.
Baseie-se na legislação e em súmulas/OJs consolidadas. Se a banca apresentar um recorte polêmico, procure ancorar a resposta no texto legal e em precedentes mais estáveis. O curso mostra pontos de equilíbrio para não se perder em debates doutrinários longos.
Volte ao esqueleto: endereçamento, qualificação, fatos, fundamentos, pedidos, valor da causa, provas e fecho. Preencha cada bloco com frases curtas, garantindo os itens essenciais, e só depois refine. Essa técnica evita “apagões” e mantém a prova evoluindo.
Responda de forma tópica, mirada no espelho de correção: identifique o instituto, cite dispositivo ou súmula central e conclua com a consequência jurídica pedida. Nos simulados do curso, os comentários servem de guia para calibrar extensão e profundidade da resposta.
Não. É essencial conhecer onde estão os institutos no Vade Mecum, reconhecer gatilhos do enunciado e lembrar os dispositivos-chave de cabeça apenas quando forem muito recorrentes. A capacidade de consulta rápida e a escrita objetiva valem mais do que decorar textos longos.
Uma proposta eficiente: três dias focados em conteúdo e legislação (1h por dia), dois dias focados em prática de peça ou questões (1h–1h30 por dia) e um dia para simulado ou revisão ampla. Deixe um dia livre para descanso ou para recuperar o que não foi feito.
OAB 2ª Fase – Direito do Trabalho 35º Exame – CEISC é uma preparação desenhada para transformar teoria em pontuação por meio de prática dirigida, técnica de escrita e domínio do Vade Mecum. Você aprende a identificar a peça com segurança, a montar a estrutura com checklists simples, a fundamentar com precisão cirúrgica e a administrar o tempo de prova sem sobressaltos. Ao alinhar conteúdo estratégico, exercícios e revisões, o curso reduz a ansiedade e amplia suas chances de entregar uma prova redonda.
Se a sua meta é chegar ao dia do exame com uma rotina bem treinada, repertório de peças e questões sob controle e um plano claro de revisão, esta é uma das propostas mais objetivas do mercado. Foque nos pilares que o examinador realmente cobra: leitura inteligente do enunciado, estrutura formal impecável, fundamentos na medida certa e pedidos completos. O restante é prática, constância e confiança no seu método.
Para ampliar seu ecossistema de estudo, com materiais e cursos complementares que podem reforçar seu ciclo de revisão, vale visitar a loja de cursos e planejar os últimos ajustes da sua preparação. Com estratégia e disciplina, a aprovação na 2ª fase trabalhista deixa de ser uma meta distante e se torna uma construção diária, passo a passo, até o momento da assinatura na prova.



