A Formação em Gestor de Automação – idealizada e conduzida por Sidão Santos – foi pensada para quem deseja dominar a ponte entre estratégia e execução em automações de marketing, vendas, atendimento e operações. Em vez de focar apenas em “clicar nas ferramentas”, a trilha ensina como pensar como um gestor: mapear jornadas, priorizar oportunidades, desenhar arquiteturas escaláveis, validar hipóteses rápido e documentar o que foi feito para garantir governança e crescimento saudável.
O diferencial está na abordagem orientada a problemas de negócio. Você aprende a olhar para funil, indicadores e gargalos e só então escolher os componentes da pilha (CRM, e-mail, WhatsApp, bots, integrações e bancos de dados) que fazem sentido para o cenário. Seja para implementar do zero ou organizar o que já existe, a formação prepara você para atuar como a pessoa responsável por orquestrar processos, pessoas e tecnologia.
A trilha trabalha com cenários reais, prontos para uso e adaptáveis ao seu momento. Entre os pilares, você encontrará:
Ao final, você terá um conjunto de playbooks, checklists e templates para aplicar tanto em projetos internos quanto em clientes, com uma visão clara de como transformar uma demanda solta em um fluxo operacional robusto.
O conteúdo foi estruturado para avançar em camadas. Primeiro, você aprende a pensar o problema com lentes de negócio, depois traduz isso em desenho técnico simples (fluxogramas, dicionário de dados e requisitos) e, por fim, empilha componentes no-code/low-code para entregar a solução. O processo é iterativo: a cada sprint de automação, você consolida o que funcionou, mede impacto e propõe a próxima melhoria.
Essa visão ajuda a evitar o erro comum de “sair automatizando sem objetivo”. A formação ensina a começar pequeno, integrando 2 ou 3 sistemas-chave e uma fonte única de dados, e só então avançar para lógicas mais complexas (lead scoring, distribuição por round-robin, segmentações dinâmicas e triggers comportamentais).
Os resultados que se espera de um Gestor de Automação vão além de fluxos bonitos. O que importa é aumentar taxa de conversão, reduzir tempo de resposta, diminuir retrabalho operacional e dar clareza para decisões. Por isso, a formação coloca muita ênfase em definir objetivos mensuráveis (por exemplo, “diminuir abandono de carrinho”, “reduzir ocioso de SDR”, “elevar LTV via upsell contextual”) e em acompanhar esses indicadores dentro de painéis.
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Sidão Santos atua há anos no cruzamento entre marketing, vendas e tecnologia, com passagens por projetos de diferentes portes e segmentos. Sua experiência inclui a implementação de CRMs, a estruturação de fluxos de aquisição e nutrição, a criação de chatbots para atendimento e a conexão desses pontos com ferramentas de análise de dados e gestão.
Esse repertório permite que a formação traga exemplos do mundo real, contemplando as limitações típicas de times e ferramentas. Em vez de prometer “a automação perfeita”, Sidão mostra como lidar com o que existe, dar os primeiros passos com clareza e priorizar o que gera ganho visível para o negócio já nas primeiras semanas.
Ao longo de sua trajetória, Sidão aprendeu que o maior valor de um gestor de automação não é decorar telas, mas fazer as perguntas certas: onde está o atrito? qual dado é crítico? quem precisa ser avisado quando algo dá errado? As respostas orientam todo o desenho técnico e se traduzem em processos observáveis e fáceis de manter.
Na formação, ele compartilha a mentalidade de “gestão de produto para automações”: backlog, hipóteses, testes e documentação. E mostra como trabalhar com times multidisciplinares — marketing, vendas, CS, financeiro e TI — reduzindo ruídos e aumentando a confiança na operação automatizada.
A didática de Sidão combina visão estratégica com mão na massa. Cada conceito vem acompanhado de um caso de uso, seguido por um passo a passo claro (mapear, desenhar, configurar, testar, medir). Ele reforça boas práticas de log, naming e versionamento, essenciais para quem deseja escalar sem perder a rastreabilidade.
Outro destaque é a disciplina de “debug de automações”: aprender a simular eventos, quebrar hipóteses, checar entradas e saídas e entender onde a engrenagem falhou. Isso reduz dramaticamente o tempo de correção quando alguma parte do fluxo se comporta de forma inesperada.
O conteúdo da formação é apoiado por aprendizados de campo. Alguns diferenciais práticos que você percebe ao longo do programa:
Para garantir o melhor aproveitamento, é importante entender quem talvez não se beneficie desta formação no momento:
Se você busca uma base sólida para construir automações que sobrevivem ao tempo e ao crescimento do negócio, a formação foi pensada para o seu perfil. Mas se a sua expectativa é “configurar tudo em um dia” e nunca mais olhar, talvez valha repensar o momento.
Cenário: a empresa capta leads por landing pages, redes sociais e anúncios. O tempo de resposta está alto e os leads esfriarem virou rotina.
Solução ensinada: mapear as fontes de captação, unificar a entrada no CRM, aplicar regras de qualificação e distribuir automaticamente os leads para vendedores em round-robin. Em paralelo, um fluxo dispara uma mensagem de boas-vindas no WhatsApp com um CTA de agendamento. O sistema registra o status no CRM, notifica o vendedor e monitora gaps (se ninguém responder em X minutos, reatribuir).
Resultado esperado: queda no tempo de primeiro contato, mais reuniões em agenda e redução de leads esquecidos. O fluxo é acompanhado por um painel que cruza origem, tempo de resposta e taxa de conversão por vendedor.
Cenário: o e-commerce tem tráfego qualificado, mas percebe abandonos recorrentes no checkout. Já existe e-mail de recuperação, porém com baixo desempenho.
Solução ensinada: criar uma trilha multicanal sensível ao comportamento. Primeiro, e-mail lembrando o item. Na sequência, mensagem via WhatsApp com prova social (avaliações ou garantia de facilidade de troca) e cupom dinâmico quando faz sentido. Se o cliente voltar e comprar, o fluxo agradece e encerra; se não, um lembrete final mais brando. Tudo orquestrado para respeitar privacidade e frequência adequada.
Resultado esperado: ganho incremental de conversão e melhor experiência ao evitar mensagens repetitivas, mantendo o histórico de tentativas e a origem da sessão.
Cenário: matrículas acontecem em janelas específicas e a equipe sofre com dúvidas repetidas e acessos tardios.
Solução ensinada: integração do checkout com a área de membros, disparo de e-mails e mensagens de “primeiros passos”, tour guiado e verificação proativa de progresso em marcos pré-definidos. Ao identificar baixa atividade, o fluxo aciona um lembrete amigável e, se necessário, cria uma tarefa para o time de suporte.
Resultado esperado: maior engajamento inicial, redução de chamados básicos e visibilidade sobre os pontos em que os alunos travam, apoiando melhorias no produto.
Cenário: o time recebe muitos leads de topo de funil e perde foco em oportunidades quentes.
Solução ensinada: estabelecer critérios de pontuação baseados em perfil (cargo, segmento, porte) e comportamento (páginas visitadas, interações, downloads). Quando o lead atinge um limiar, é criada uma tarefa de contato com SLA; se o prazo expira, ocorre alerta gerencial e redistribuição. A nutrição paralela mantém leads em maturação com conteúdos relevantes.
Resultado esperado: aumento da taxa de conversão de MQL para SQL e direcionamento de esforço comercial aos contatos mais propensos a fechar.
Cenário: clientes compram uma vez e somem; falta uma estratégia clara de retenção.
Solução ensinada: aplicar análise RFM (recência, frequência, monetário) para segmentar clientes e disparar campanhas específicas: reativação para quem está há muito tempo sem comprar, benefício para recorrentes e ofertas relevantes para perfis de alto valor. O canal é escolhido de acordo com preferência e engajamento histórico (e-mail, WhatsApp ou push).
Resultado esperado: incremento de LTV e melhor alocação de campanhas, além de redução de mensagens não pertinentes.
Cenário: volume alto de tickets e equipe consumida por perguntas repetidas.
Solução ensinada: implementar um bot de triagem que identifica intenção, oferece respostas rápidas para temas simples e abre ticket com contexto quando o assunto é complexo. O sistema cria tarefas, envia confirmações e acompanha SLA. Ao detectar reincidência de um tema, a trilha sugere atualização do conteúdo de ajuda.
Resultado esperado: queda no tempo médio de atendimento e melhor satisfação do cliente, com a equipe focando em casos de maior valor.
É a pessoa responsável por traduzir objetivos de negócio em fluxos que integrem marketing, vendas, atendimento e operações. Mapeia jornadas, define dados críticos, escolhe ferramentas, desenha integrações, implementa, monitora e melhora continuamente. Em vez de operar cliques isolados, orquestra a operação inteira com governança e métricas.
Não é necessário programar para iniciar. A trilha parte do no-code/low-code e apresenta recursos técnicos adicionais apenas quando úteis. Entender conceitos como APIs, webhooks e autenticação ajuda, mas você aprende o suficiente para desenhar e validar integrações mesmo sem escrever código.
A formação prioriza pensamento independente de ferramenta, mas demonstrações e exemplos costumam envolver CRM (como Pipedrive, HubSpot), automação de marketing (por exemplo, ActiveCampaign, RD Station), orquestração (Zapier, Make, n8n), chat e bots (WhatsApp Business, plataformas de chatbot) e planilhas/bancos para centralizar dados (Google Sheets, BigQuery, entre outros). O objetivo é que você entenda o “porquê” e o “como” aplicar, independentemente da marca.
Sim, desde que haja disposição para praticar. O conteúdo começa pelas bases — jornada, dados, fluxos — e evolui para integrações e otimização. Quem já atua na área acelera com os playbooks; quem está começando ganha uma fundação sólida para construir portfólio.
O ritmo é flexível. O ponto central é manter cadência: aprender um conceito, montar um experimento guiado, medir e documentar. Dedicar algumas horas por semana para prática consistente costuma gerar avanços rápidos, principalmente quando você aplica em um projeto real.
Com certeza. Os princípios de jornada, dados e orquestração servem para B2B, B2C, e-commerce, educação, serviços e SaaS. O que muda é a priorização do backlog e o desenho fino da experiência por canal. A formação fornece matrizes e critérios para adaptar as soluções ao contexto.
Sim, a trilha aborda o lado de negócios: como levantar escopo, escrever propostas claras, estimar esforço, organizar entregáveis e posicionar valor. Isso ajuda tanto consultores e agências quanto profissionais in-house que precisam defender roadmap e orçamento.
Desde o início, o desenho considera consentimento, finalidade, minimização de dados, políticas de acesso e guarda. Você aprende a mapear onde os dados circulam, quem vê o quê e como auditar registros. A meta é reduzir risco, garantir rastreabilidade e construir confiança em torno das automações.
Os playbooks partem de setups enxutos e escalam à medida que a operação cresce. É possível começar com integrações simples e evoluir para camadas mais sofisticadas sem refazer tudo. A documentação recomendada ajuda a manter o controle mesmo com equipe reduzida.
Você aprende a ligar automações a métricas que importam: aquisição (origem, CAC), vendas (taxas por etapa, tempo de ciclo), atendimento (tempo de resposta, SLA), retenção (recência, frequência, ticket, LTV) e eficiência operacional (tarefas automatizadas versus manuais, alertas e falhas). Os dashboards dão visibilidade para decisões e fornecem evidências de impacto.
Sim. A estrutura é orientada a projetos: diagnóstico, blueprint, implementação, resultados e documentação. Ao final de cada caso, você reúne materiais que comprovam sua capacidade de analisar, desenhar e entregar automações com valor de negócio, algo valorizado por empresas e clientes.
A Formação em Gestor de Automação – Sidão Santos é para quem quer ir além de tutoriais fragmentados e construir uma visão de ponta a ponta sobre como automações geram valor. O foco é formar profissionais capazes de diagnosticar, priorizar, implementar, medir e iterar com clareza — conectando pessoas, processos e tecnologia sob metas compartilhadas.
Com base em casos reais, playbooks replicáveis e boas práticas de governança, você aprende a criar automações que suportam o crescimento: aquisição mais eficiente, funil comercial organizado, atendimento ágil e retenção inteligente. Seja para atuar em uma empresa, em uma agência ou como consultor(a), a trilha oferece instrumentos para entregar resultado e comunicar esse resultado com transparência.
Se deseja seguir nessa direção e estruturar sua carreira com base sólida, reserve um tempo para se aprofundar na proposta do programa, entender os exemplos e, principalmente, trazer seus próprios desafios para a prática. E, se estiver explorando possibilidades de aprendizado que complementem seus objetivos, visite a loja de cursos e avalie outras formações que podem acelerar sua evolução.
No fim, o papel do Gestor de Automação é reduzir atrito entre estratégia e execução. Esta formação foi desenhada exatamente para isso: entregar ferramentas de pensamento, métodos e repertório para que você saia do “modo tentativa e erro” e passe a operar com previsibilidade, velocidade e impacto mensurável.



