Se você trabalha com marketing digital, atende clientes como social media ou quer transformar sua atuação nas redes com estratégia e clareza, a Formação Social Media 2.0, idealizada por Rejane Toigo, foi desenhada para dar um salto real no seu repertório e na sua capacidade de gerar resultados. Trata-se de uma formação aplicada, orientada a negócio e a performance, que ajuda você a sair do ciclo de posts aleatórios e partir para planos sólidos, pautados em diagnóstico, posicionamento, conteúdo útil e métricas que fazem sentido para cada etapa do funil.
Mais do que ensinar “o que postar”, a proposta é construir uma visão de social como um canal de crescimento sustentável — da descoberta até a conversão e a retenção. Para isso, a formação combina fundamentos essenciais, frameworks práticos, templates de trabalho e direcionamento sobre como vender e entregar o serviço com qualidade, seja atuando como freelancer, intraempreendedor ou liderando uma pequena equipe.
Ao longo deste artigo, você vai entender a estrutura do curso, por que a Rejane é uma referência no assunto, como a didática dela se traduz em diferenciais concretos e exemplos práticos de aplicação. E, claro, ao final terá segurança para decidir se a Formação Social Media 2.0 é a melhor próxima etapa para sua carreira.
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A Formação Social Media 2.0 foi pensada para quem precisa dominar o ciclo completo de um projeto de social media: diagnóstico, estratégia, planejamento editorial, execução, mídia paga (no nível certo para cada negócio), relacionamento com comunidades, análise de dados e evolução contínua. O “2.0” do nome indica uma atualização de mentalidade: sair do operacional puro e simples para uma atuação que conecte comunicação, produto e vendas.
O conteúdo da formação normalmente se organiza em uma trilha lógica, em que cada etapa prepara a seguinte. Entre os pilares mais importantes, estão:
Em essência, a formação mostra como pensar cada etapa do trabalho com método e autonomia, de forma que você consiga replicar a estrutura para clientes e projetos distintos sem perder personalidade e criatividade.
Os resultados variam conforme o segmento e o estágio do negócio, mas os ganhos mais recorrentes entre alunos desse tipo de formação incluem:
Rejane Toigo é uma profissional reconhecida no ecossistema de social media e marketing digital no Brasil. Ao longo da carreira, consolidou uma abordagem direta, prática e orientada a negócios, articulando estratégia de conteúdo com visão de marca e performance. Seu trabalho como educadora se destaca por traduzir conceitos complexos em rotinas exequíveis para quem está na linha de frente: o profissional de social que precisa equilibrar criatividade, técnica e prazo, todos os dias.
Além de ministrar formações e mentorias, Rejane tem forte atuação no mercado, acompanhando mudanças de plataforma, comportamento do usuário e o impacto de novas tecnologias na produção de conteúdo. Essa experiência de campo embasa os exemplos, estudos de caso e materiais que ela leva para a sala de aula — e que fazem diferença no momento de aplicar o que foi aprendido.
A Formação Social Media 2.0 carrega essa visão muito particular da Rejane: não basta “postar bonito”; a comunicação precisa estar a serviço de uma estratégia e, ao mesmo tempo, respeitar a linguagem e as dinâmicas de cada plataforma. O equilíbrio entre método e criatividade é uma marca do trabalho dela.
Um dos grandes diferenciais da Rejane é que a didática não se apoia em “truques” específicos de uma rede social. Em vez de prometer algoritmos mágicos, ela prioriza princípios: intenção do conteúdo, leitura de contexto, narrativa, clareza de proposta de valor, consistência e análise. Isso torna a formação mais resistente a mudanças de plataforma e a atualizações de recursos.
Outro ponto forte é a disponibilidade de frameworks e templates que aceleram o dia a dia: modelos de briefing, roteiros para vídeos curtos, estruturas para carrosséis, checklists de publicação, matrizes de pauta e esqueleto de relatórios. Não é conteúdo teórico; são ferramentas que você adapta ao seu nicho e começa a usar já nas primeiras semanas.
A Rejane parte de uma perspectiva pouco comum: primeiro se entende o negócio, depois se fala de post. Com isso, o social deixa de ser um fim em si mesmo para se tornar parte de uma estratégia maior — seja de venda direta, geração de demanda, awareness ou relacionamento. Essa visão ajuda a blindar o profissional contra pressão por vaidade (likes e views) e a focar em métricas de valor.
A formação traz estudos de caso, bastidores e exemplos de aplicações em segmentos distintos. O objetivo é que você reconheça padrões e saiba adaptar táticas ao contexto do seu cliente, sem replicar fórmulas de forma cega.
Sem modismos, a ênfase é em usar IA como apoio — para pesquisa, organização de ideias, versão inicial de copies e títulos — sem abrir mão de estratégia, sensibilidade de marca e olhar humano. Esse equilíbrio ajuda a ganhar velocidade sem perder autenticidade.
Para que você invista com consciência, vale reforçar os perfis para quem esta formação pode não ser a melhor escolha agora:
Para tornar tangível como a Formação Social Media 2.0 muda sua rotina, a seguir estão cenários reais de aplicação dos principais módulos.
Diagnóstico: público majoritariamente feminino, 25–45 anos, interesse em saúde e bem-estar; concorrência com academias e estúdios similares na região; principal objeção é preço e rotina corrida. Objetivos: awareness no bairro/cidade, agenda de aulas cheia nos horários ociosos, retenção de alunas.
Plano de conteúdo: editorias de “mitos e verdades do pilates”, “benefícios por objetivo” (dor nas costas, postura, ansiedade), bastidores de aulas, depoimentos e microcases, rotinas de alongamento para fazer em 5 minutos. Formatos: Reels (demonstrações rápidas), carrosséis educativos e posts de bastidores para humanizar.
Social ads: impulsionamento de vídeos com prova social (depoimentos) segmentados por raio de localização e interesse; oferta de aula experimental em horários com ociosidade; teste A/B de criativos com CTA diferente (WhatsApp vs. agenda online).
Métricas: taxa de cliques para WhatsApp, custo por lead (aula experimental), taxa de comparecimento e conversão em planos mensais; relatórios mensais comparando horários e ofertas.
Diagnóstico: marcas concorrentes já investem em creators; público multiperfil por ocasião (trabalho, casual, festa). Objetivos: tráfego qualificado, ticket médio maior e giro de estoque de coleções antigas.
Plano de conteúdo: guias de combinações “3 looks com 1 peça”, drops por ocasião, bastidores de produção, tendências com curadoria, provas de caimento (vídeos curtos com movimentos). Criação de editoria fixa “Compre o look” com links nas bios e tags por coleção.
Social ads: campanhas de tráfego e conversão para páginas de coleção, remarketing com abandono de carrinho e dinamização de criativos UGC (conteúdo gerado por clientes).
Métricas: CTR, adição ao carrinho, taxa de conversão por coleção, acompanhamento de estoque para criar conteúdo que empurra o giro sem parecer “liquidação eterna”.
Diagnóstico: venda de tickets altos e ciclo de decisão longo; público em cargos de gestão e finanças. Objetivos: autoridade, geração de oportunidades qualificadas e nutrição.
Plano de conteúdo: LinkedIn como rede principal, com artigos curtos de análise, posts explicando mudanças regulatórias e seus impactos práticos, checklists e estudos de caso. Reaproveitamento no Instagram com carrosséis-resumo e vídeos curtos esclarecendo dúvidas comuns.
Estratégia de captação: oferta de material rico (checklist de conformidade) via link do perfil; uso de social para atrair e newsletter para nutrir relacionamentos.
Métricas: leads qualificados, taxa de resposta a mensagens de prospecção calorosa, convites para reuniões e tempo médio de fechamento.
Diagnóstico: alto volume de dúvidas e medo de procedimentos; forte influência de prova social e antes/depois. Objetivos: esclarecimento, confiança e preenchimento da agenda.
Plano de conteúdo: séries “mito ou verdade”, “o que esperar do procedimento X”, depoimentos e jornadas de pacientes (com consentimento), além de bastidores de protocolos de segurança e higiene.
Social care: resposta rápida em DMs com roteiros que acolhem e identificam estágio da jornada; encaminhamento para avaliação presencial ou online.
Métricas: número de consultas agendadas via social, taxa de comparecimento, principais objeções levantadas em DMs e sua evolução.
Diagnóstico: público amplo e múltiplas frentes (YouTube, Instagram, e-mail). Objetivos: crescimento com retenção, profundidade de relacionamento e vendas pontuais de produtos digitais.
Plano de conteúdo: calendário com pilares claros (ensino, bastidores, opinião, comunidade); vídeos curtos derivados de aulas longas; quadros fixos semanais para criar hábito no público; lives pontuais para aquecimento de lançamentos.
Métricas: retenção média em vídeos curtos, origem de vendas por peça de conteúdo, taxa de abertura de e-mail após tráfego do social.
Esse ciclo — que a Formação Social Media 2.0 detalha com exemplos e materiais de apoio — é o que transforma um social media em um parceiro estratégico para o negócio, e não apenas em um executor de posts.
Não é obrigatório, mas ajuda. A didática foi pensada para quem está começando ou quer organizar o que já faz no dia a dia, com ênfase em clareza e processos. Se você nunca atuou, é recomendável reservar tempo extra para praticar os exercícios e montar um portfólio guiado.
O foco é ensinar princípios que se adaptam a diferentes plataformas, com exemplos práticos nas redes mais relevantes do momento. O conteúdo cobre diferenças de linguagem, formatos, funil e métricas entre canais, reforçando como escolher onde atuar conforme objetivo e recursos.
Sim. A formação apresenta estruturas e modelos que ajudam a desenhar um calendário aplicável, alinhado a objetivos, datas importantes e capacidade de produção. O objetivo é que você consiga montar seu próprio sistema e mantê-lo atualizado.
Inclui orientação prática para usar mídia de forma estratégica: quando faz sentido impulsionar, como definir objetivos, como interpretar dados e como ajustar criativos. A proposta não é formar um gestor de tráfego avançado, e sim dar repertório suficiente para potencializar o conteúdo e a geração de resultados.
Você vai ver como transformar estratégia e entregáveis em propostas claras, com escopo definido, prazos e critérios de sucesso. Também aprende a evitar erros comuns (como prometer métricas de vaidade) e a negociar com foco em valor percebido.
Sim. A metodologia prioriza processos enxutos e reutilizáveis, além de práticas de produtividade e uso responsável de IA para acelerar pesquisa, ideação e rascunhos. A ideia é ganhar velocidade sem sacrificar a qualidade.
Serve para ambos. Quem é CLT ganha repertório para liderar o social da empresa com mais autonomia, enquanto freelancers e donos de pequenas agências aproveitam a parte de vendas, entrega e relacionamento com clientes.
Uma boa prática é selecionar 1 a 2 projetos (reais ou simulados), aplicar o processo completo (diagnóstico, posicionamento, calendário, execução e relatório) e documentar tudo em um case visual. Isso reforça sua autoridade perante clientes e recrutadores.
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A Formação Social Media 2.0 – Rejane Toigo é uma escolha sólida para quem deseja sair do improviso e construir uma atuação estratégica, com processos claros e entregas que impactam o negócio. O curso vai além de tutoriais e tendências passageiras: ele organiza sua forma de pensar social, oferecendo fundamentos, frameworks e exemplos práticos para você criar, medir e evoluir com consistência.
Seja para quem está começando, seja para quem já atende clientes e quer elevar o nível, a formação não promete atalhos milagrosos — e esse é justamente o ponto forte. Você aprende uma metodologia replicável, entende o que olhar em cada etapa e como transformar métricas em decisão. Ao final, o ganho não é só de seguidores ou engajamento; é de maturidade profissional, previsibilidade e resultado.
Se o que você procura é autonomia, clareza e uma visão que conecta conteúdo, marca e vendas, a Formação Social Media 2.0, com a condução direta e prática da Rejane, tende a ser um divisor de águas na sua carreira. Aplique os passos, teste de forma inteligente, documente aprendizados e, pouco a pouco, você verá o social assumir seu lugar de canal estratégico de crescimento no seu conjunto de habilidades.