Categoria

Gestor de Performance – Diego Santana

R$ 19,99

As Melhores Formas de Pagamento

Gestor de Performance – Diego Santana

Se você busca avançar no marketing digital com foco em resultados mensuráveis, o curso Gestor de Performance – conduzido por Diego Santana – foi pensado exatamente para transformar o modo como você investe, mensura e otimiza seu funil. Em vez de uma abordagem centrada apenas em tráfego, essa formação coloca a performance no centro: métricas, atribuição, testes estruturados, melhoria contínua, visão de negócio e tomada de decisão baseada em dados.

O grande diferencial está na combinação de fundamentos sólidos com prática aplicada. Ao longo das aulas, você aprende a construir um ecossistema de mensuração confiável, a desenhar planos de mídia orientados por metas de negócio, a implementar rotinas de análise e a criar processos de otimização que escalam o resultado sem desperdiçar orçamento. O objetivo é claro: sair do improviso e adotar uma disciplina de performance que funcione em diferentes cenários – e-commerce, infoprodutos, geração de leads, negócios locais, B2B e aplicativos.

Diego Santana, autor do curso, traz uma visão direta e pragmática do dia a dia de quem opera performance. Em vez de promessas fáceis, o foco está em repertório técnico e frameworks replicáveis, para que você implemente rapidamente no seu contexto, independentemente do tamanho do seu time ou do seu budget atual.

Visão geral do curso Gestor de Performance

O curso organiza a jornada do gestor de performance de forma progressiva. Você começa alinhando objetivos de negócio e indicadores-chave, avança para a arquitetura de mensuração, entra nos canais de aquisição com clareza tática, e consolida uma rotina de análises e testes que aumenta a previsibilidade dos resultados. A proposta é que, ao final, você tenha um plano de performance executável, com metas, rituais, dashboards e backlog de otimizações.

O que você vai aprender na prática

  • Definição de metas e KPIs: como ligar métricas de marketing (CPC, CTR, CPA, ROAS) a objetivos de negócio (margem, LTV, fluxo de caixa).
  • Arquitetura de mensuração: uso estratégico de GA4, Tag Manager, eventos, conversões, UTMs padronizadas e boas práticas de data layer.
  • Planejamento de mídia: orçamento por estágio do funil, split por canal, hipóteses e critérios de sucesso antes de investir.
  • Execução em canais: Google Ads, Meta Ads e, quando fizer sentido, campanhas em TikTok, YouTube e remarketing multiplataforma.
  • Modelos de atribuição: como ler múltiplos sinais (plataformas, analytics e lift) para decisões realistas de escala.
  • Testes e otimização contínua: estratégias de teste A/B, testes incrementais e backlog priorizado (ICE, RICE, PIE).
  • CRO aplicado: diagnóstico de landing pages, velocidade, copy, prova social, formulários, checkout e etapas de fricção.
  • Dashboards e rotinas: estrutura de relatórios no Looker Studio/planilhas, cadência de análises e reuniões de performance.
  • Retenção e LTV: cálculos práticos, coortes, ofertas de upsell/cross-sell e implicações no CAC alvo.
  • Carreira e operação: como documentar processos, dialogar com áreas (produto, vendas, suporte) e crescer como gestor.

Metodologia didática

A didática combina explicações objetivas com exercícios guiados e estudos de caso. Cada módulo propõe ações concretas – do esqueleto de eventos no GA4 ao roteiro de otimização de campanhas – para que você avance com clareza e consiga validar rapidamente as melhorias. O curso evita o excesso de teoria e foca naquilo que muda indicadores.

Além do conteúdo técnico, há ênfase em pensamento crítico. Você aprende a questionar dados enviesados, a comparar leituras entre plataformas e analytics, a considerar sazonalidade e a separar correlação de causalidade. Essa maturidade faz diferença na hora de cortar gastos improdutivos e argumentar alocação de verba com a liderança.

Ferramentas e temas abordados

  • Google Analytics 4 e Tag Manager: eventos, conversões, auditoria de tags, UTMs e debug.
  • Google Ads e Meta Ads: estrutura de campanhas por funil, controle de orçamento, públicos e criativos.
  • Looker Studio e planilhas: montagem de dashboards, metas por canal, projeções e sanity checks.
  • Conceitos de atribuição e incrementality: leitura crítica de métricas de plataforma e sinalização de lift.
  • CRO: heurísticas de usabilidade, copywriting orientado por dados, oferta, prova social e velocidade.
  • Rotinas de performance: daily/weekly reviews, rituais de teste e comunicação de resultado.

Se você deseja complementar sua trilha com outras formações de marketing e dados, aproveite para conhecer a PixCursos e explorar conteúdos que conversam com a rotina de um gestor de performance moderno.

Sobre Diego Santana

Diego Santana atua no mercado de marketing digital com foco em performance, métricas e otimização de resultados. Sua abordagem parte do princípio de que a função de um gestor é conectar investimento a impacto de negócio, traduzindo dados em decisões claras para escalar o que funciona e corrigir o que sangra orçamento.

Ao longo da carreira, Diego se consolidou pela capacidade de unir visão analítica e execução prática. Em seu curso, isso se materializa em frameworks simples de aplicar, checklists objetivos e exemplos que refletem desafios reais do dia a dia: campanhas que não entregam, gaps de mensuração, conflito entre números da plataforma e do analytics, dificuldades de atribuição e gargalos de conversão em landing pages e checkouts.

Para quem busca um mentor com linguagem direta, foco em clareza e respeito ao orçamento do negócio, a condução de Diego oferece um caminho sem atalhos, mas com processos robustos: medir bem, planejar com hipóteses, testar com critério e escalar com segurança.

Diferenciais do autor

Didática orientada por dados, não por modismos

Em um cenário em que surgem “hacks” diariamente, o curso mantém os pés no chão. Cada recomendação vem associada a uma métrica, a um critério de decisão e a um impacto esperado. O gesto prático é sempre: o que medir, como medir, qual decisão tomar diante do número, e qual o próximo passo.

Frameworks replicáveis em diferentes modelos de negócio

Os frameworks apresentados não dependem de um nicho específico. Eles se adaptam a e-commerce, serviços, B2B, negócios locais e infoprodutos. A estrutura de funil, a padronização de UTMs, a construção de relatórios e a priorização de testes seguem princípios que se mantêm estáveis mesmo quando plataformas mudam a interface ou o algoritmo.

Foco em previsibilidade e rentabilidade

Mais do que crescer por crescer, o curso orienta a expandir com margem e previsibilidade. Esse é o coração do trabalho de um gestor de performance: aumentar receita de maneira sustentável, com controle de CAC, ROAS e retorno marginal por canal. A discussão de “quando escalar” e “quando pausar” ganha lugar central.

Processos e comunicação executiva

Outro diferencial é a preocupação com documentação e comunicação. O curso ajuda a montar uma operação que sobrevive à troca de pessoas e facilita interface com time financeiro, vendas e produto. Relatórios simples, ritos semanais e clareza nos aprendizados geram confiança e reduzem ruído entre áreas.

Para quem não é

Embora o curso seja acessível, existem perfis para os quais a proposta não é adequada. Isso evita frustrações e ajuda você a decidir com responsabilidade.

  • Quem busca “dinheiro fácil” sem compromisso com processo. Performance exige método, disciplina e iteração.
  • Quem não quer lidar com números. Mesmo com explicação passo a passo, o curso exige convivência com métricas e planilhas.
  • Quem se recusa a testar. O curso propõe hipóteses e testes contínuos; sem isso, a curva de melhoria não acontece.
  • Quem deseja apenas branding sem objetivos mensuráveis. A formação é centrada em conversão, retenção e metas claras.
  • Quem não tem qualquer disponibilidade para executar. Há atividades práticas e rotinas que precisam de aplicação regular.

Exemplos práticos

E-commerce de moda: ROAS e velocidade de página

Um e-commerce de moda operava com campanhas de Performance Max e remarketing no Meta. O ROAS estava instável e o CPA subia em datas de pouca demanda. Aplicando o método, o primeiro passo foi padronizar UTMs e auditar eventos no GA4. Em seguida, dividiu-se a verba por funil (descoberta, consideração, conversão) e criou-se uma rotina semanal: análise de termos de busca, criativos por coleção, ajuste de ofertas sazonais e teste de páginas com menos fricção (tamanhos visíveis, fotos otimizadas, prova social acima da dobra).

Resultado esperado: queda de CPC em campanhas de descoberta por melhoria de relevância, aumento de taxa de conversão via otimização de página e, sobretudo, previsibilidade de ROAS pela separação de objetivos por estágio. O aprendizado é claro: sem base de mensuração e sem rotina de teste, o orçamento “vaza” sem diagnóstico.

Infoproduto: funil evergreen e atribuição prática

Em um infoproduto com ticket médio, a equipe sofria com atribuição confusa entre Meta Ads e Google Ads. O curso orienta a modelar o funil com marcos de conversão (lead, engajamento, add to cart, purchase) e usar UTMs rigorosas para coesão de relatórios. O plano incluiu: criativos educacionais para topo, campanhas de busca capturando intenção e remarketing segmentado por etapas do funil. No relatório, três visões convivem: plataforma, GA4 e planilha de coorte por origem.

Ao cruzar sinais, foi possível ajustar o orçamento para os criativos que geravam maior incremento real, e não apenas “último clique”. A previsibilidade veio ao definir metas por estágio e cortar o que não contribuía para as coortes vencedoras.

Geração de leads para serviços locais: qualificação antes de escala

Uma clínica de serviços estéticos enfrentava leads baratos, porém pouco qualificados. A solução passou por ajustar formulários (perguntas de qualificação), criar landing pages por serviço e incluir eventos de microconversão (scroll, clique em WhatsApp, visualização de galeria). As campanhas foram segmentadas por bairros e horários, com testes de criativos focados em benefícios e diferenciais locais.

Com dados de qualificação na mão, o gestor realocou verba para anúncios e palavras-chave que geravam leads de maior propensão, reduzindo visitas ociosas e aumentando o comparecimento. A métrica “custo por lead qualificado” tornou-se o farol do orçamento.

SaaS B2B: ciclo longo e pipeline integrado

Em SaaS, ciclos de venda são mais longos e várias etapas de nurturing importam. O curso propõe mapear eventos intermediários (trial, reunião agendada, proposta enviada) e criar um funil de campanhas coerente com cada etapa. O relatório consolidado integra dados de mídia, analytics e CRM, priorizando decisões por estágio e não apenas por “cadastro gerado”.

O ganho aparece quando o time passa a discutir custo por oportunidade e taxa de avanço entre etapas, evitando decisões apressadas baseadas apenas no volume de leads.

Aplicativos: instalação não é sucesso

Para apps, instalação é apenas o começo. O método foca eventos pós-instalação (cadastro, primeira compra, retenção D7/D30) e otimização para valor. Mesmo com restrições de privacidade, é possível construir painéis que aproximam a visão de LTV e guiam a alocação. O resultado é um investimento orientado a ações que realmente sustentam receita no tempo.

Perguntas frequentes

Preciso ter experiência prévia para acompanhar?

Não é obrigatório, mas ajuda. O curso foi estruturado para nivelar fundamentos e avançar rápido para prática. Se você já mexe em campanhas, vai ganhar método; se está começando, encontrará um passo a passo claro para construir sua base com segurança.

Quais ferramentas devo ter acesso?

Recomenda-se acesso a Google Analytics 4, Google Tag Manager, ao menos uma conta de mídia (Google Ads ou Meta Ads) e um editor de planilhas. Para dashboards, Looker Studio é uma boa opção gratuita. O importante é ter um ambiente real para aplicar.

O conteúdo serve para e-commerce, serviços e infoprodutos?

Sim. Os frameworks são adaptáveis: você ajusta metas, eventos e ritos ao seu tipo de negócio. As diferenças principais estão nos marcos do funil e nos critérios de qualificação; o processo de mensuração e otimização se mantém.

Quanto tempo devo dedicar por semana?

Com 4 a 6 horas semanais já é possível assistir às aulas, aplicar exercícios e manter uma rotina mínima de análise. Em períodos de testes mais intensos, reserve tempo extra para montar hipóteses e acompanhar resultados.

Não tenho um grande orçamento. Consigo aplicar?

Sim. Parte do método é justamente priorizar o que move ponteiros com recursos limitados, evitando dispersão. A disciplina de hipóteses, testes e relatórios enxutos ajuda a extrair mais de cada real investido.

O curso aborda GA4 e padronização de UTMs?

Sim. A arquitetura de mensuração e a padronização de UTMs são pilares do programa, essenciais para relatórios coerentes e melhor leitura de atribuição.

Como o curso trata atribuição entre plataformas e analytics?

Você aprende a comparar leituras (plataformas x GA4), adotar critérios de decisão e considerar incrementality, reduzindo conflitos e direcionando orçamento ao que gera impacto real.

O curso ajuda a montar dashboards?

Sim. Há orientação prática para organizar painéis de acompanhamento, metas por canal e ritos de análise que cabem no dia a dia, mesmo em times pequenos.

Qual a diferença entre gestor de tráfego e gestor de performance?

O gestor de tráfego foca principalmente em operar plataformas de mídia. O gestor de performance olha o negócio como um todo: metas de lucro, funil completo, mensuração, CRO, atribuição e previsibilidade. Ele orquestra mídia, dados e produto para extrair resultado com controle.

Posso aplicar em equipes e empresas?

Sim. O curso incentiva documentação e rituais que facilitam a colaboração entre marketing, vendas, produto e financeiro. O ganho vem da clareza na comunicação e da disciplina em testes e relatórios.

Se quiser explorar outras formações que complementam essa trilha e comparar caminhos de aprendizado, basta visitar a loja de cursos e analisar que áreas fazem mais sentido para seu momento.

Conclusão

O curso Gestor de Performance – Diego Santana foi desenhado para quem deseja profissionalizar a operação de marketing com foco em previsibilidade, escala e rentabilidade. Em vez de correr atrás de truques de curto prazo, você aprende a construir uma base sólida de mensuração, a planejar mídia com hipóteses claras, a testar com método e a decidir com segurança. Isso reduz desperdício, acelera aprendizados e melhora a conversa com a diretoria ou com clientes.

A combinação de frameworks práticos, exemplos de casos e rotinas aplicáveis torna a jornada objetiva. Você sai com um plano de performance funcional: metas e KPIs alinhados ao negócio, eventos e UTMs padronizados, dashboards que iluminam decisões e um backlog de otimizações organizado por impacto. Ao colocar esse plano em prática, a tendência é ver o orçamento render mais e a curva de crescimento ganhar previsibilidade.

Se a sua meta é dominar performance de ponta a ponta – da captura de demanda à retenção, passando por atribuição, CRO e relatórios – essa formação oferece o caminho. Ela é especialmente valiosa para quem quer sair do papel de “apertador de botão” e assumir a cadeira de quem pensa negócio, orquestra dados e puxa o resultado.

Em última análise, o curso não promete fórmulas mágicas; ele entrega processos que funcionam. E processos bem aplicados, com constância, tendem a vencer no longo prazo. Se esse é o tipo de trabalho que você quer construir, a abordagem de Diego Santana vai ajudar a transformar seu marketing em uma máquina de aprendizado e melhoria contínua, com foco total em performance.