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Café com Notion – Carlos e Leonardo

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Curso Café com Notion com Carlos e Leonardo: aulas práticas, templates e método enxuto para organizar projetos, tarefas e objetivos no Notion com clareza.

Café com Notion – Carlos e Leonardo

Organizar a rotina, tocar vários projetos ao mesmo tempo e ainda manter clareza sobre prioridades é um desafio para qualquer profissional. O Café com Notion – conduzido por Carlos e Leonardo – nasce exatamente para desbloquear esse gargalo, com uma proposta simples: aulas diretas ao ponto, exemplos reais e um método que transforma o Notion no centro estratégico da sua produtividade pessoal e do seu trabalho. Em vez de prometer fórmulas mágicas, o curso mostra como aproveitar o que o Notion tem de melhor para criar sistemas enxutos, confiáveis e fáceis de manter.

Neste artigo, você vai entender a visão geral do curso, o perfil dos instrutores, o que o diferencia de outras formações e, principalmente, como aplicar os conceitos em situações reais – seja você um freelancer, gestor, estudante, criador de conteúdo ou empreendedor. Tudo com linguagem clara, sem jargões desnecessários e com foco em resultados práticos.

Visão geral do curso Café com Notion

O Café com Notion parte de um princípio: a ferramenta é poderosa, mas só gera impacto quando se encaixa na vida real. A trilha de aprendizagem está organizada para guiar o aluno da base sólida (entendimento de blocos, páginas e bancos de dados) até recursos avançados (relações, rollups, fórmulas, botões e automações) de forma gradual. Cada aula vai direto ao uso aplicado, com microprojetos e templates funcionais que podem ser replicados ou ajustados ao seu contexto.

O formato “café” é intencional: encontros curtos (na lógica de conteúdo objetivo), ritmo sustentável e foco em uma melhoria por vez. Em vez de despejar um volume imenso de teoria, Carlos e Leonardo preferem integrar conceitos no momento em que fazem sentido – por exemplo, entender propriedades de banco de dados quando você constrói um CRM, ou explorar relacionamentos e rollups quando liga seu calendário editorial à base de ideias e tarefas.

Outro aspecto importante é a modularidade. O curso é pensado para que você avance por blocos e implemente aos poucos. Fez a parte de tarefas? Ótimo. Depois você conecta objetivos, projetos e calendário. Assim, a curva de adoção é mais leve e o aprendizado fica mais sólido.

O que você vai aprender

  • Fundamentos do Notion: blocos, páginas, hierarquia, bancos de dados e propriedades.
  • Vistas e filtros: Kanban, calendário, galeria e visualizações personalizadas para diferentes necessidades.
  • Relações e rollups: como conectar bases (ex.: tarefas a projetos, conteúdos a canais) e colher indicadores.
  • Fórmulas e botões: automações dentro do Notion para agilizar status, prioridades, prazos e rotinas.
  • Estruturas de produtividade: do pessoal ao time, com foco em clareza (sem over-engineering).
  • Templates prontos: CRM de vendas, calendário editorial, agenda de estudos, pauta de reuniões, hub de projetos.
  • Boas práticas de manutenção: naming conventions, padronização, segurança e governança de acesso.
  • Integrações: quando e como usar Zapier/Make, Google Calendar, formulários e bases externas.

Como o curso está organizado

  • Fundamentos aplicados: uma imersão na lógica do Notion, com exercícios simples para consolidar conceitos.
  • Primeiros sistemas: tarefas, agenda, notas e documentos – o núcleo da gestão pessoal.
  • Do pessoal ao profissional: estruturação de projetos, objetivos (OKRs/ODS pessoais) e indicadores.
  • Casos orientados: CRM, conteúdo, estudos, operações de pequenos negócios e rotina de equipe.
  • Recursos avançados: relações, rollups, fórmulas e automações para reduzir retrabalho.
  • Guia de evolução: como auditar seu sistema, cortar excessos e manter seu workspace leve e funcional.

Resultados esperados

  • Redução de dispersão: menos abas abertas, mais contexto em um só lugar.
  • Clareza de prioridades: visão semanal e diária do que realmente importa.
  • Mais retorno por hora de trabalho: rotinas e automações que evitam refazer tarefas.
  • Documentação viva: processos mapeados e padronizados, facilitando onboardings e decisões.
  • Sistemas que escalam: estrutura que cresce com você, sem travar o dia a dia.

Ao final, você não sai apenas sabendo “onde clicar”, mas com o entendimento de “por que” construir de um jeito e não de outro. Isso faz diferença quando chega a hora de adaptar o Notion a uma nova demanda, sem quebrar o que já funciona.

Sobre Carlos e Leonardo

Carlos e Leonardo somam experiências complementares que tornam o Café com Notion prático e direto. Um dos autores traz um olhar de arquitetura de sistemas no Notion – com foco em bases de dados, modelagem e boas práticas de organização. O outro tem vivência em negócios digitais e produtividade pessoal – garantindo que cada solução converse com metas reais, prazos e resultados.

Essa combinação permite abordar tanto o “como fazer” quanto o “por que fazer” em cada etapa. Em vez de templates engessados, eles ensinam a pensar em blocos reutilizáveis e padrões, para que você adapte o workspace sem perder a simplicidade. A didática é amigável: linguagem brasileira, exemplos de cenários locais e atenção aos desafios típicos de quem trabalha com múltiplos projetos ou em times enxutos.

Filosofia de ensino

  • Aprender fazendo: cada conceito vem acompanhado de um exercício útil, para implementar e ver resultado.
  • Menos é mais: sistemas mínimos viáveis, que você vai refinando conforme a necessidade.
  • Clareza antes de automação: primeiro o fluxo funciona manualmente; depois entram fórmulas, botões e integrações.
  • Prática orientada a decisões: dashboards que respondem perguntas, não apenas exibem dados.
  • Padronização: nomenclatura coerente, propriedades essenciais e políticas de acesso bem definidas.

O foco não é transformar você em “técnico de ferramenta”, mas em alguém capaz de criar um hub de trabalho confiável, onde tudo se conecta: objetivos, projetos, tarefas, documentos, contatos, conteúdo e rotinas.

Diferenciais do autor

Vários cursos de Notion se concentram em mostrar recursos soltos. O diferencial de Carlos e Leonardo está em integrar esses recursos a processos de trabalho concretos, pensando na longevidade do sistema. Eles apresentam desenhos de base que fogem do excesso de complexidade, mas dão espaço para evoluções quando forem realmente necessárias. Isso evita aquele sistema “bonito no primeiro dia” e travado na semana seguinte.

  • Foco em desempenho real: templates e estruturas são testados em cenários de uso frequente.
  • Exemplos com dados específicos do Brasil: tributos, rotinas de pequenos negócios, calendário e feriados, linguagem do dia a dia.
  • Ritmo sustentável: aulas objetivas que você consegue assistir, aplicar e colher ganhos na semana.
  • Visão de produto: pensar o workspace como um produto vivo, com backlog de melhorias e revisões periódicas.
  • Qualidade visual funcional: design que ajuda a usar, com convenções de ícones, cores e espaçamento.
  • Templates proprietários e guias de manutenção: a dupla entrega a base e ensina a cuidar dela.
  • Equilíbrio entre pessoal e time: o mesmo núcleo serve para o profissional individual e para uma equipe pequena.

Outro ponto que se destaca é a forma como os autores tratam automações. Em vez de criar fluxos integrais logo no início, o curso ensina a colocar automações onde elas realmente reduzem atrito – por exemplo, uma marcação de etapa que altera o status das tarefas relacionadas, ou um botão que cria um pacote de páginas e tarefas padrão para cada novo projeto. A lógica é simples: automatize o que já está claro e repetitivo.

Para quem não é

O Café com Notion oferece ganhos reais quando o aluno está disposto a aplicar o conteúdo. Pode não ser o curso ideal para quem:

  • Espera uma solução mágica sem esforço ou quer “terceirizar” completamente a organização.
  • Não pretende usar o Notion no dia a dia ou prefere outra ferramenta e não quer migrar processos.
  • Procura uma formação puramente técnica de programação ou de banco de dados tradicional.
  • Quer apenas decoração visual sem estruturar processos e decisões.
  • Desiste na primeira semana: os resultados aparecem com pequenos ajustes consistentes, não de uma vez só.

Se você busca um framework de organização aplicável e flexível, com exemplos práticos e um passo a passo que cabe na rotina, o curso tende a ser um excelente investimento. Mas se o objetivo é uma “caixa preta” que resolve tudo sozinha, talvez não atenda às expectativas.

Exemplos práticos

Para tornar tudo palpável, veja como os conceitos do curso se desdobram em cinco cenários comuns. A ideia é mostrar decisões de modelagem e propriedades importantes. Você pode adaptar à sua realidade com pequenas mudanças.

1) Freelancer criativo: do briefing ao portfólio

Base principal: Projetos. Bases relacionadas: Clientes, Tarefas, Arquivos/Entregas, Propostas. Cada projeto recebe um template com checklist de kickoff, prazos, reuniões e status. Ao criar um novo projeto, um botão gera tarefas padrão (briefing, proposta, contrato, peça 1, peça 2, aprovação). Relações conectam o projeto ao cliente e as tarefas ao projeto. Rollups somam horas previstas x realizadas e exibem a margem.

Visualizações úteis: Kanban por status de projeto; calendário de prazos; lista de tarefas por prioridade; galeria de entregas para portfólio. Fórmulas ajudam a destacar “risco de atraso” quando faltam X dias e há tarefas críticas em aberto. Resultado: controle simples e foco em fazer, não em lembrar.

2) Pequena empresa: pipeline de vendas e pós-venda

Base principal: Oportunidades. Bases relacionadas: Contatos, Empresas, Tarefas, Produtos/Serviços. Para cada nova oportunidade, um template cria etapas, tarefas de follow-up e documentos de proposta. Relações com Contatos e Empresas evitam duplicidade e centralizam histórico. Rollups mostram ticket médio por etapa, taxa de conversão e ciclo médio de vendas.

Automação pragmática: quando a oportunidade muda para “Ganhou”, um botão cria um registro de “Projeto/Implantação” com checklist de onboarding e uma página-padrão para reunião de kickoff. Visualizações por funil, por vendedor e por região dão foco tático. O time de operações usa a mesma base de Projetos, mantendo a passagem de bastão limpa.

3) Criador de conteúdo: calendário editorial unificado

Base principal: Conteúdos. Bases relacionadas: Ideias, Canais (YouTube, Instagram, Newsletter), Tarefas, Ativos (thumbs, roteiros). O fluxo começa em Ideias; quando a ideia é aprovada, um botão cria o conteúdo e tarefas padrão (roteiro, gravação, edição, descrição, publicação). As relações conectam cada conteúdo aos canais e aos ativos. Rollups trazem estatísticas e status de cada etapa.

Visualizações: cronograma semanal e mensal, pipeline por etapa (briefing, produção, revisão, publicado) e visão por canal. Fórmulas sinalizam quando é hora de reciclar um conteúdo, e filtros mostram apenas o que está na janela de produção. Com isso, o criador mantém constância sem perder qualidade.

4) Estudante ou concurseiro: plano de estudos com revisão

Base principal: Matérias/Assuntos. Bases relacionadas: Aulas/Fontes, Tarefas, Revisões, Questões. Cada assunto tem objetivos claros e uma cadência de revisão (ex.: 1-7-15-30 dias). Botões criam pacotes de revisão automaticamente. Relações com Questões permitem rastrear erros e acertos por tema, enquanto rollups mostram evolução e pontos fracos.

Visualizações por semana, por assunto e por nível de dificuldade facilitam o foco. Fórmulas calculam prioridade de revisão com base na última data estudada e na taxa de acertos. O resultado é um plano de estudos que se ajusta sozinho às necessidades do aluno.

5) Operação interna: reuniões e documentação viva

Base principal: Reuniões. Bases relacionadas: Participantes, Atas, Decisões, Tarefas e Projetos. Cada reunião cria automaticamente uma página com pauta, anotações, decisões, responsáveis e prazos. Relações conectam decisões aos projetos e tarefas. Um rollup nas tarefas mostra quais surgiram em reuniões, ajudando a entender a origem do trabalho e a qualidade das pautas.

Visualizações por equipe e por tipo de reunião (operacional, tática, estratégica) dão o tom certo. Com o tempo, a base de Atas vira um acervo de referência – o que foi decidido, quando e por quem – reduzindo retrabalho e mal-entendidos.

Boas práticas que os autores reforçam

  • Comece enxuto: uma base de Tarefas, uma de Projetos e uma de Notas já transformam seu dia.
  • Padronize: nomes, cores e ícones por tipo de item ajudam a navegar rápido.
  • Crie rotinas de revisão: um painel semanal para checar prazos, gargalos e melhorias.
  • Documente o essencial: descrição breve de como usar cada dashboard e quem é responsável.
  • Automatize só depois: se algo é complicado demais no manual, provavelmente a modelagem precisa ser simplificada.

Se quiser comparar com outras trilhas e ver mais opções de aprendizagem, você pode explorar nossa plataforma e descobrir caminhos complementares. O essencial é manter-se em movimento e ir consolidando seu sistema peça por peça.

Perguntas frequentes

Preciso já saber usar o Notion para acompanhar o curso?

Não. O curso começa pelos fundamentos e vai construindo o repertório de maneira progressiva. Se você nunca abriu o Notion, as primeiras aulas ajudam a ganhar confiança. Se já usa, os módulos de modelagem de bancos de dados, relações, rollups e fórmulas elevam o nível do seu workspace.

Quanto tempo devo reservar por semana?

O ritmo ideal é de poucas horas por semana, divididas entre assistir às aulas e aplicar no seu workspace. A proposta é melhorar um pedaço do sistema por vez. Assim, você percebe resultados sem se sobrecarregar.

O curso é útil mesmo que eu trabalhe sozinho?

Sim. O Café com Notion atende tanto profissionais solo quanto equipes pequenas. O núcleo do método (projetos, tarefas, documentos, agenda e indicadores) funciona nos dois cenários. Mais adiante, é fácil adaptar para múltiplos colaboradores.

Existe conteúdo específico para quem empreende?

Sim. A trilha contempla CRM simples, calendário editorial, documentação de processos e controles que ajudam a enxergar prioridades e gargalos. O objetivo é dar a base para operar com previsibilidade e clareza.

Preciso assinar algum plano pago do Notion?

Não necessariamente. Muita coisa funciona muito bem no plano gratuito, especialmente para uso pessoal. O curso explica onde os planos pagos fazem sentido, principalmente quando surgem necessidades de permissões avançadas, histórico de versão ou colaboração ampliada.

O curso aborda integrações?

Sim, de forma pragmática. Você aprende quando faz sentido conectar o Notion a outras ferramentas (ex.: formulários, e-mail, calendário) e como isso reduz tarefas repetitivas. A ideia é priorizar o que realmente economiza tempo e reduz erros, não criar integrações só porque são possíveis.

Há templates para começar mais rápido?

Sim. Os autores disponibilizam estruturas de partida (como CRM, calendário editorial, projetos e tarefas) e mostram como personalizar de acordo com seu contexto. O foco é oferecer bases sólidas e fáceis de manter.

Funciona bem no celular?

Sim. O Notion para mobile é estável e útil para registrar ideias, tarefas rápidas e consultar agendas. No curso, você aprende como criar visualizações específicas para telas menores, priorizando o que precisa estar à mão.

Qual o nível de profundidade nas fórmulas e relações?

A trilha cobre do básico ao avançado, sempre com uso prático: priorização de tarefas, cálculo de atraso, sinalização de risco, consolidação de indicadores (rollups) e botões que geram blocos de trabalho. A ideia é ir além do clique e desenvolver raciocínio de modelagem.

Consigo aplicar se minha empresa não usa Notion?

Sim. Mesmo que a empresa trabalhe com outras ferramentas, você pode adotar o Notion para sua organização pessoal e projetos paralelos. Muitos profissionais começam individualmente e depois levam provas de ganho de produtividade para o time considerar uma adoção maior.

Conclusão

O Café com Notion – Carlos e Leonardo é para quem precisa transformar o caos em clareza sem perder horas em tutoriais soltos. O curso oferece um caminho guiado e incremental, que respeita sua rotina e coloca o Notion a serviço de objetivos concretos: fazer mais com menos atrito, documentar o que importa e manter os projetos em andamento.

Com uma didática que foca em decisões de modelagem, você aprende a desenhar sistemas que sobrevivem ao teste do tempo. Dashboards viram ferramentas de decisão; tarefas, um espelho de prioridades reais; e documentos, um repositório vivo que reduz retrabalho. Esse é o tipo de investimento que paga dividendos semana após semana.

Se você quer dar o próximo passo e estruturar um hub de produtividade sólido, esta é uma boa oportunidade. Para explorar outras trilhas e comparar caminhos de aprendizado, visite a loja de cursos e veja como ampliar sua caixa de ferramentas digitais. O importante é começar, evoluir aos poucos e manter o sistema fiel ao seu jeito de trabalhar.

Ao final, o que fica é a autonomia: entender como o Notion pensa, para que você faça escolhas melhores e adapte tudo ao seu contexto. Com Carlos e Leonardo, o “café” vira hábito produtivo – curto, objetivo e renovador – que, somado dia após dia, muda a forma como você estuda, trabalha e colabora.